quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Esta vida de marinheiro está a dar cabo de mim...


Talvez o nome João Aguardela não te seja familiar. É triste.
Mesmo olhando para a foto que te deixo, mesmo assim, talvez o nome e a cara continuem a não parecer algo de familiar. É triste.
Imagina agora que te falo de um dos mentores de projectos como “Megafone”, “Linha da Frente” ou “A Naifa”. Ainda não? Nada? É triste.
E o grande obreiro e fundador, em 1987, de um grupo “rock” chamado “Sitiados”? Sim? Ainda não? É triste. Muito triste.
Pois bem…
João Aguardela vai ser homenageado por músicos e amigos em Lisboa, pelo que fez ao serviço da música portuguesa. Não serei a pessoa mais indicada para falar de todos os seus feitos. Nem mesmo de alguns. Mas sei dizer-te que a sua música andou, não poucas vezes, de mãos dadas com a minha querida adolescência. Quem não se lembra da célebre “Vida de Marinheiro” que passava nas rádios vezes e vezes sem conta e que fez com que aquele seu disco vendesse mais de 40 mil cópias? Tenho saudades. Muitas. Lembro-me da primeira vez que li o nome João Aguardela. Não sabia quem era mas só podia ser um bom músico ou não estivesse esse nome nos “créditos” da canção “A Noite” popularizada no início dos anos noventa pelos também saudosos “Resistência”. E eu tenho saudades. Também porque essas músicas cheiram às memórias desses tempos de ouro. Cheiram à minha sala antiga onde ficava dobrado no sofá com a aparelhagem ligada ao máximo. Cheiram às tardes passadas em casa do Pedro ou às tardes passadas no Cheiro Verde a jogar bilhar (ai se a minha mãe sabia!!!). Cheiram à saída do autocarro de manhã cedo, em frente ao liceu, onde se encontravam amigos para a vida como o Freitas ou o Bruno. Cheiram aos 15, 16 ou 17 anos onde não posso mais voltar e onde fui tão feliz.
João Aguardela, entre muitos outros prémios, foi distinguido em 1994 com o Prémio Revelação da Sociedade Portuguesa de Autores. Ainda hoje, por vezes, nas grandes viagens de carro que sou forçado a fazer, quando dou por mim estou a trautear “Vamos ao circo…”
Tenho saudades. Já disse?
João Aguardela partiu aos 39 anos em Janeiro último vítima de cancro. Cedo demais, dizem. Dizemos. Mas ainda bem a tempo de cumprir a sua missão. Pela música que nos deu. Pelo menos no que a mim diz respeito.
Resta deixar um obrigado. Sincero. Sentido.
Até sempre.

Miguel




sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Fragmentos de uma Peça de Teatro...



Porque hoje "Uma Bomba Chamada Etelvina" volta a ganhar vida no palco.
Com a esperança de que também estejas presente ajudando dessa forma a encher a sala, deixo-te com algumas das imagens que marcaram a estreia.
Grande abraço.






Miguel



quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Fantasy Premier League


Olá amigos...
Depois de mais uma longa ausência, desta vez bastante forçada, eis-me de regresso. E perdoem-me se recomeço com este post quando tenho outros que já estão prometidos há algum tempo. Mas hoje não poderia deixar de partilhar estas linhas...
Desafiado por um grande amigo, uma espécie de "Andre Flo" mas em português (Eheh), dei hoje início a mais uma das minhas muitas aventuras aqui pela net. Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de andar por cá. E sabe também o quanto gosto de futebol. É por isso que fico antecipadamente grato pela alma que se lembrou de mim quando vai ter início mais uma "Fantasy Premier League".
Pois bem...
As longas noites solitárias pela net parece que vão sofrer uma ligeira alteração... Parece que vão continuar a ser longas mas, ao que tudo indica, menos solitárias... Até porque tenho equipa para ser o campeão da já criada "Liga de Rossas"... Ahahah!!! E logo eu, com jogadores tão medianinhos...
Como curiosidade, deixo na foto a equipa que escolhi (eu queria mais, mas o orçamento não deixa). Sei que não devia fazê-lo pois estou a dar informações preciosas aos adversários mas, não faz mal... Quando a equipa é boa, os treinos podem ser à porta aberta... Eheheh!!!
Convido os caros leitores que gostam destas coisas e que tragam Rossas e Arouca no coração a juntarem-se a esta poderosa liga.
Aviso desde já que parece que alguém escolheu o mesmo nome da minha equipa mas acredito que passe brevemente a ser conhecida como a "Equipa B"... Ahahahah!!!
E é isso.
Sem mais, por hoje, me despeço.
Um grande abraço Bruno.
Um grande abraço.


Lume.

Miguel


sábado, 11 de Julho de 2009

Uma Bomba Chamada Etelvina


Teatro.
Mais uma vez. Duas. Três. Muitas. Sempre. O Teatro.
Já vai longe, perdido no tempo, o dia do primeiro ensaio. Éramos doze actores com montes de páginas na mão a tentar dar o primeiro sopro de vida a uma nova história. Mais um enredo cómico que chegava até nós, assim, de mansinho, num encontro de amigos. O desafio era grande mas, também por isso, bastante motivador. Aos poucos, as páginas e folhas soltas foram dando lugar aos gestos e às falas de pessoas que poderiam perfeitamente ter vivido há uns quarenta ou cinquenta anos. Primeiro de forma mais rude mas, aos poucos, de forma mais fluente e natural fui deixando de ser Miguel para dar vida ao Eduardo Rodrigues. Nos primeiros ensaios, comecei por contracenar, entre outros, com o Sr. Almeida, o Barbosa, a Cati ou o Zé Mario mas quase posso jurar que ontem, no ensaio que durou desde as 19h30 até às 00h15, eles não estavam lá. Terei contracenado talvez, e ainda bem, com o Júlio Peixinho, o Jorge Vilar, a Silvana D'Abreu ou o Dr. Ulisses Peixoto. Creio que foi tudo uma questão de ir deixando o tempo fazer aquilo que melhor sabe fazer e que é "fazer tempo".
Agora a "máquina" parece estar um pouco mais oleada. Ainda que não esteja afinada da maneira que todos pretenderíamos. Mas essa é também a história de tantas e tantas outras peças que passaram pelos palcos de Rossas ao longo dos tempos. E sempre com grande sucesso.
Talvez os "caloiros" destas andanças estejam um pouco mais apreensivos, mais nervosos. Faz parte. Todos os sacrifícios, contratempos, dificuldades... Tudo parecerá um "nada" quando no próximo sábado o pano se fechar e as palmas começarem. É das melhores sensações que se podem conseguir neste mundo. Por isso, o que há a fazer agora é, acima de tudo, aproveitar o momento, a oportunidade, o convívio, a camaradagem. Estou certo que foi sobretudo por isso que alguém, há muitos anos atrás, decidiu criar este Grupo Cultural e Recreativo de Rossas.
E é isso que queria dizer. Ou melhor... Talvez quisesse dizer mais, mas é isso o que consigo dizer.
E a estreia é já no próximo sábado, dia 18 de Julho. A peça chama-se "Uma bomba chamada Etelvina" e é uma comédia em 3 actos da autoria de Henrique Santana e Ribeirinho. Os bilhetes já se encontram à venda. Aparece. Verás que valerá a pena.


Sinopse:

Imagine que Dona Etelvina, uma famigerada megera, vai ser sogra de um tal Rodrigues. Imagine ainda que, há uns meses atrás, o Rodrigues andou por Espanha onde teve uma aventura com Silvana, uma dançarina de cabaret a quem também prometeu casamento.
Os problemas começam quando na véspera do casório, Silvana aparece na casa da Dona Etelvina para chantagear o Rodrigues.
Sem saber o que fazer, Rodrigues inventa que Silvana é mulher do ilustre Doutor Ulisses Peixoto, um professor seu amigo que virá no dia seguinte ao casamento. Para seu desespero, o professor aparece inesperadamente instalando o caos na casa de Dona Etelvina. Como se não bastasse, acaba por aparecer também a verdadeira esposa do professor.
Uma comédia de enganos e trapalhadas, escrita por Henrique Santana e Ribeirinho, capaz de proporcionar momentos verdadeiramente hilariantes!


A Peça:
Uma bomba chamada Etelvina

Autores: Henrique Santana e Ribeirinho
Encenação e Adaptação: Fernando Antunes

Elenco:

Etelvina Pires: Maria José Costa
Júlio Peixinho: António Almeida
Clara: Ana Maria Tavares
Eduardo Rodrigues: Rui Miguel Brandão
Manuela: Liliana Almeida
Inácio Pires: Fernando Brandão
Aurélio de Meneses: Emanuel Soares
Jorge Vilar: Carlos Barbosa
Gertrudes: Isabel Brandão
Silvana D'Abreu: Cátia Almeida
Dr. Ulisses Peixoto: José Mário Brandão
Eugénia Peixoto: Elvira Tavares


Ficha Técnica:

Cenário: Isabel Almeida
Luz e Som: Joaquim Silva
Ponto: Fernando Antunes
Figurinos: Manuel Campos
Apresentação: Sandra Rocha
Pano: Joaquim Silva
Direcção de Actores: Joaquim Silva

A todos os que colaboraram connosco e tornaram possível este espectáculo o nosso muito obrigado.

Visita-nos em www.gcrr.aroucanet.com

sexta-feira, 10 de Julho de 2009

De cara lavada...


De cara lavada...
Depois de um longo período de ausência o "Avião de Papel" está de regresso. Remodelado.
Em pouco mais de dois anos, foram apenas 34 os posts que aqui surgiram. Muito aquém, certamente, de tudo o que tinha em mente quando me lancei neste desafio. Mas não desisto. Pelo contrário; apareço com as forças renovadas. Acredito que este post número 35 será o ponto de viragem no que à periodicidade de novidades diz respeito. Será de uma forma mais presente que tentarei pilotar este simples avião.
Sinto falta destas linhas.
Sinto falta de ti.
Até breve.

Miguel

domingo, 15 de Março de 2009

12 de Março de 2009, ou o dia em que a Terra parou…


“Deus criou o homem à Sua imagem, criou-o à imagem de Deus; Ele os criou homem e mulher.” Gn 2, 27

Olá Rita.
Não posso contar-te toda a tua História desde o princípio. E não posso contar-ta porque não consigo. Porque ainda estou também a descobri-la. A maravilhar-me a cada nova revelação. O mais próximo das tuas raízes que consigo chegar e partilhar contigo é dizer-te que acredito, do fundo do meu coração que, desde o princípio dos tempos, Deus te sonhou com todo o Amor que possas imaginar. O mesmo Amor com que nesse mesmo momento em que te sonhou, terá também sonhado a mim, à tua mãe, aos teus avós e a toda a humanidade. Muitos dos passos seguintes da tua História, irás ser tu, um dia mais tarde a descobrir. Espero que te deixes surpreender e maravilhar, de uma forma mais plena e mais sábia daquela que tenho sido capaz. É assim que te sonho feliz. Mas, avancemos agora um pouco no tempo…
Lembro-me muito bem das primeiras palavras que me dispensaste. Diziam simplesmente “Parabéns papá” e estavam escritas na barriga da tua mãe. Foi esta a forma original que a tua mãe encontrou para me dizer que Deus também tinha sonhado connosco. E a vida começou a mudar. Começou a ser diferente. Mais saborosa. A preparar tudo para ti. Sei que, ao contrário da tua mãe, esta é a primeira vez, em termos “palpáveis”, que te escrevo. Mas tu sabes o muito que tenho falado contigo ao longo destes tempos. O que já me ri e chorei contigo, mesmo antes de te conhecer as feições. Ainda que tenhas tentado dar-te um pouco a conhecer quando empurravas com mais força os pés e as mãos contra a barriga da tua mãe e eu podia assim também sentir-te de uma forma mais nítida.
Agora nasceste. Depois de tanto tempo, esperei ainda mais uma noite inteira, acordado, pela tua chegada. Apareceste pouco antes das 10h da manhã. Ao saíres do bloco operatório, a enfermeira virou-te para mim e tu, como que pressentindo a minha presença, abriste os olhos e mexeste os bracinhos pequeninos. Foi aí que me surgiu a imagem de Deus a sonhar connosco. Não me perguntes porquê, mas não consigo vê-lo de outra forma.
Depois foi tudo aquilo que tu já sabes, pois já estás do lado de cá da vida. Os beijos que te dei, as vezes que te peguei ao colo, o ver-te dormir ou a mamar a chupeta, até a primeira fralda toda suja que tive o privilégio de trocar, o fazeres brotar todo este Amor que tenho para te dar…
Ainda bem que resolveste aparecer. Precisava de ti na minha vida. Muito. Dou conta, agora, como ainda há tantos e tantos vazios por preencher.
Foram, e ainda são, muitas as vezes que te imaginei a correr, a rir, a tocar piano, a descobrires os teus gostos musicais, a aprenderes a tocar instrumentos de que eu nunca fui capaz, a cantares comigo, a ires ao estádio da Luz comigo e com a tua mãe, a andares de bicicleta, a aprenderes a falar, a caminhar, sei lá… Mas, não sei porquê, há um momento que imagino mais do que todos esses… Imagino-te maior, com os teus 18, 19 ou 20 anos, e imagino-te a caminhar comigo e com a tua mãe a passear no campo por trás de nossa casa. Apenas isso. A passear e a conversar. Como quem não tem nada para fazer. Não sei mesmo porquê. Talvez seja porque acredito que vais continuar a gostar muito de nós mesmo quando cresceres. Porque mesmo com todas as falhas que irei ter, eu sei que quem ama como eu te amo, nunca te pode desiludir. É impossível.
Por agora, enquanto não chega a hora de mais uma visita, deixa-me apenas fechar os olhos para te tornar a ter a dormir no meu colo. Não me perguntes como mas posso garantir-te que nessa altura a Terra parou.
Um beijinho para ti e outro para a mamã, as duas meninas dos meus olhos.
Até já.

Miguel

sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Silêncio... que se vai cantar o fado!!!





Em cima, nas vozes: Pedro, Mário e Sara
Em baixo, nas guitarras: Zé Mário e Miguel (Sim, eu mesmo, embora escondido atrás de uma estante)

Olá a todos.
Há amigos, que são tão amigos, que só eles poderiam proporcionar-me momentos assim.
Ainda que escondidos em meia dúzia de acordes muito mal alinhavados pois não sou capaz de melhor. Mas adiante...
Já foi há algum tempo mas hoje, vá-se lá saber porquê, apeteceu-me ouvir umas "cassetes velhas"... Eheheh!!!
Descobri este vídeo, por acaso, no youtube e cá estou eu a partilhá-lo. Acho que tenho que agradecer ao amigo Filipe pois ele é que anda sempre a colocar destes bons momentos disponíveis por aí na net... Eheheh!
Não me vou alongar muito.
Apenas dizer que hoje, este bocadinho, vai todo para o Pedro, para o Mário, para a Sara, para o Zé Mário e para mim.
Quantos aos outros... Bem... Os outros...
Silêncio!
Silêncio que se vai cantar o fado...



Miguel


P.S. - Continuo à espera de algo na "Lua da Malta"...

domingo, 25 de Janeiro de 2009

Cartoolices


Olá.
Depois de uma longa ausência e, apesar do tempo ser cada vez mais escasso para actualizações, eu teimo em não desistir. Acho que é esta estranha maneira de ser. Mesmo que tenha noção que, a maior parte das vezes, estarei a falar sozinho...
Eu sei que será necessário, talvez, recorrer à "redução ao absurdo", mas não consigo explicar como é que, mesmo o tempo sendo tão pouco para manter dois blogs, resolvi criar um novo blog.
Deixo as explicações para depois. Ou talvez nem sejam precisas. Depois de um período experimental, eis que nasceu o "Cartoolices". Para o visitares basta clicares aqui.
Um grande abraço e espero que te divirtas ao visitá-lo tanto como eu a actualizá-lo.

Miguel

sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Já passaram dois anos e um dia...


Um grande abraço para ti, amiga Lúcia.

Lembro-me sempre de ti. Sempre.


Miguel


P.S. Se também queres entrar na “máquina do tempo” e voltar a abraçar a Lúcia, só tens de clicar na imagem ou aqui.

terça-feira, 14 de Outubro de 2008

O Rum Tum Tugger e o Leoxinho...


Há já alguns anos atrás uma equipa de reportagem foi algures para a América do Sul fazer um trabalho sobre uma tribo de índios que se estava a extinguir. O trabalho, já difícil por natureza, foi ainda mais dificultado quando a equipa de reportagem começou a tirar todas as “maquinetas” e “apetrechos” necessários e que os índios desconheciam e por isso não viam com bons olhos. Diz a história que essa dificuldade durou apenas até ao momento em que os repórteres mostraram a esses mesmos índios as primeiras imagens captadas. A partir desse momento os índios começaram a pular, a gritar e a dançar na maior das alegrias. Diz o repórter que ao ver tal situação quis saber o porquê de tal reacção e obteve a seguinte resposta: “Conseguimos a eternidade! Conseguimos a eternidade!”. De facto, os índios viam naquelas imagens uma forma de serem eternos.


Caros amigos…

O meu percurso pelos caminhos dos blogs começou no dia 30 de Setembro de 2006 com a criação do meu querido fotolog ao qual chamei “Rum Tum Tugger”. Com ele, escrevi os textos que me deram maior prazer. Foi também com ele que visitei lugares onde sempre gostei de tornar. Sempre. Sempre. E o lugar que mais me agradava visitar era o “Leoxinho” que tantos e tão bons momentos me proporcionou. Com o passar do tempo, outras responsabilidades surgiram e tanto o Rum Tum Tugger como o Leoxinho pararam. Pararam no tempo. Mas estavam lá... Quanto mais não fosse ajudavam a sentir o cheiro da saudade. Mesmo sem novidades, foram muitas as vezes que continuei a passar por lá, por muitas das “divisões” da casa, perdidas lá mais para trás no tempo!!! Eu sei, é uma forma estranha de estar na vida mas não sei fazê-lo de outra forma…

O Rum Tum Tugger continua lá embora escondido com o nome de Estrela-do-Mar. Apesar de parado, deixei-o com todas as portas abertas para que possas andar livremente pela “casa” sempre que queiras lá tornar.

Quanto ao “Leoxinho”, descobri recentemente que tinha sido “demolido”. E o cheiro da saudade transformou-se em poeira, onde, com os dedos, ainda consegui rabiscar algumas óptimas lembranças. Porque alguns dos teus posts (até chegámos a fazê-lo em conjunto nalgumas datas, lembras?) e dos meus coments, posso continuar a vê-los de “olhos fechados”. Mesmo aqui tão perto.

E desculpem este meu pequeno desabafo mas não podia ficar calado ao ver partir um pedaço de vida que julgava ter sempre à mão…

Felizmente o amigo responsável por tão boas recordações continua sempre presente, sempre amigo, a quem estou a dever muito do meu tempo e inúmeros jantares… E prometo pagar um por um… Todos!!!

Um forte abraço amigo Leo. Um forte abraço.

E apenas mais uma coisa…

Com a minha história inicial, queria apenas dizer-te que continuo a ter presente muitas das imagens do “Leoxinho”. E é por isso que aqui, sozinho, também faço muitas vezes como os índios e desato aos pulos… Porque com essas imagens que soubeste gravar em mim, estavas a conquistar a “eternidade”. E haverá algo melhor do que uma amizade eterna?

Estás cá dentro. Sempre.


3x4=D


Miguel


P.S. Ainda falta um outro post que te prometi… Sairá brevemente…