Cartoolices 014


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Um abraço.

Cartoolices 013


Já sabes como funciona...
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Grande abraço.

Bohemian Slide



Esta tenho que agradecer ao amigo Henrique que teve a amabilidade de disponibilizar no Facebook. Está brilhante.
Como todos já estão fartos de saber o meu grupo de eleição tem apenas um nome: Queen. Mais do que isso... A minha canção favorita, a melhor de todos os tempos, também tem apenas um nome: Bohemian Rhapsody. Por essa razão não é de estranhar que eu tenha adorado esta versão bastante original e cómica que circula pela net. Espero que provoque em ti a mesma boa disposição que provocou em mim.
Um enorme abraço. Voltamos a encontrar-nos amanhã.

Memory



Memory

Daylight
See the dew on the sunflower
And a rose that is fading
Roses whither away
Like the sunflower
I yearn to turn my face to the dawn
I am waiting for the day . . .


Midnight
Not a sound from the pavement
Has the moon lost her memory?
She is smiling alone
In the lamplight
The withered leaves collect at my feet
And the wind begins to moan


Memory
All alone in the moonlight
I can smile at the old days
I was beautiful then
I remember the time I knew what happiness was
Let the memory live again


Every streetlamp
Seems to beat a fatalistic warning
Someone mutters
And the streetlamp gutters
And soon it will be morning


Daylight
I must wait for the sunrise
I must think of a new life
And I mustn’t give in
When the dawn comes
Tonight will be a memory too
And a new day will begin


Burnt out ends of smoky days
The stale cold smell of morning
The streetlamp dies, another night is over
Another day is dawning


Touch me
It's so easy to leave me
All alone with the memory
Of my days in the sun
If you touch me
You'll understand what happiness is


Look
A new day has begun



Felizmente, já tive a oportunidade de assistir ao vivo em pleno Coliseu do Porto.
Uma canção que adivinha muito daquilo que sou.
E agora deixem-me estar aqui sozinho durante um bom bocado...

Teatro em Vale de Cambra...


Outra vez o teatro. Desta vez em Vale de Cambra. A convite do amigo Sr. Campos, "Uma Bomba Chamada Etelvina" vai voltar a entrar em cena uma última vez. Porque há amigos que merecem este último esforço. Apesar desta "bomba" estar já arrumada na "prateleira" em virtude de se encontrar já em fase de preparação uma nova peça para a nova temporada que se avizinha, no próximo sábado vamos voltar a dar vida ao Eduardo Rodrigues, Jorge Vilar e Ulisses Peixoto, entre muitos outros. Fica assim um último encontro marcado para Vale de Cambra no próximo fim-de-semana. Valerá a pena, certamente. Depois é encher-se de coragem e mergulhar num novo trabalho que está já em andamento. Porque sabemos que há um público fiel, cada vez maior e que espera sempre muito e cada vez mais. E ainda bem. Até breve.
Se eu podia viver sem o teatro? Poder, podia... Mas não era a mesma coisa!!!

A Montanha e o Vale


A Montanha e o Vale

"Sou alta" - diz a Amizade.
"Sou profundo" - diz o Amor.
E lembram bem, na verdade,
Montanha e vale ao sol-pôr.

Pois antes que o sol resvale
Ao pélago, onde se banha,
Já dorme em sombras o vale
E ainda há sol na montanha.

João Saraiva

Actos dos Apóstolos, Capítulo 2, Versículos 42 a 47

"Eram assíduos, ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fracção do pão, e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, o temor dominava todos os espíritos. Todos os crentes viviam unidos e possuíam tudo em comum. Vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos, de acordo com as necessidades de cada um. Como se tivessem uma só alma, frequentavam diariamente o Templo. Partiam o pão em suas casas e tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava, todos os dias o número dos que tinham entrado no caminho da salvação."

Porque há palavras que nos tocam bem cá dentro...

Golden Axe: The Revenge of Death Adder

Quando o meu pai me comprou um Commodore Amiga 500 há 20 anos atrás, um dos primeiros jogos que tive oportunidade de jogar chamava-se Golden Axe. Era uma conversão do jogo original lançado pela Sega para as máquinas arcade. Como é apanágio nos jogos da Sega os gráficos eram magníficos e a jogabilidade estava impecável, na linha de outros clássicos como Double Dragon ou Target Renegade. A acção passava-se em plena época medieval, misturando um pouco os universos de "Conan" e "O Senhor dos Anéis". A nossa missão passava por controlar um dos três guerreiros à nossa disposição e tentar eliminar todos os inimigos pertencentes ao terrível exército de Death Adder. Garanto-vos que jogado com um amigo era uma experiência arrebatadora.
Chegaram a sair duas sequelas para a Megadrive embora com poucas inovações e já sem algum do encanto do original. Na altura, lembro-me de ansiar por uma versão de um Golden Axe II para o meu Commodore Amiga. Infelizmente, tal nunca veio a acontecer.
E porque vos conto esta história agora?
Porque através do famoso emulador MAME (abreviatura de Multiple Arcade Machine Emulator) chegou-me ao pc a versão arcade deste Golden Axe: The Revenge of Death Adder, a sequela oficial do jogo original e que viu a luz do dia no início de 1992. E é o que tenho andado a jogar no meu pouco tempo livre. A versão está impecável, falta apenas o encanto de encontrar um companheiro para partilhar a aventura. Mas, raios... Também não se pode pedir tudo, pois não?
Agora desculpem-me mas vou pegar na minha espada e dizimar uns quantos esqueletos que parecem hipnotizados por um tal de Death Adder...

A propósito do desemprego...

* Imagem retirada algures da internet.

Roland DP990RF



Já estou a ressacar de estar há tantos anos sem um piano em casa. Faz parte de mim.
Ando de olho nesta beldade da Roland. Enquanto não tenho possibilidade de comprar um piano de cauda acho que vou investir neste "brinquedo".
Se alguém tiver aí uns 2500 euros a mais que se chegue à frente, por favor...
E era só isto que queria partilhar hoje.
Grande abraço.