Memory
Publicada por
Miguel Brandão
on segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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Memory
Daylight
See the dew on the sunflower
And a rose that is fading
Roses whither away
Like the sunflower
I yearn to turn my face to the dawn
I am waiting for the day . . .
Midnight
Not a sound from the pavement
Has the moon lost her memory?
She is smiling alone
In the lamplight
The withered leaves collect at my feet
And the wind begins to moan
Memory
All alone in the moonlight
I can smile at the old days
I was beautiful then
I remember the time I knew what happiness was
Let the memory live again
Every streetlamp
Seems to beat a fatalistic warning
Someone mutters
And the streetlamp gutters
And soon it will be morning
Daylight
I must wait for the sunrise
I must think of a new life
And I mustn’t give in
When the dawn comes
Tonight will be a memory too
And a new day will begin
Burnt out ends of smoky days
The stale cold smell of morning
The streetlamp dies, another night is over
Another day is dawning
Touch me
It's so easy to leave me
All alone with the memory
Of my days in the sun
If you touch me
You'll understand what happiness is
Look
A new day has begun
Felizmente, já tive a oportunidade de assistir ao vivo em pleno Coliseu do Porto.
Uma canção que adivinha muito daquilo que sou.
E agora deixem-me estar aqui sozinho durante um bom bocado...
Teatro em Vale de Cambra...
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Miguel Brandão
on domingo, 24 de outubro de 2010
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Outra vez o teatro. Desta vez em Vale de Cambra. A convite do amigo Sr. Campos, "Uma Bomba Chamada Etelvina" vai voltar a entrar em cena uma última vez. Porque há amigos que merecem este último esforço. Apesar desta "bomba" estar já arrumada na "prateleira" em virtude de se encontrar já em fase de preparação uma nova peça para a nova temporada que se avizinha, no próximo sábado vamos voltar a dar vida ao Eduardo Rodrigues, Jorge Vilar e Ulisses Peixoto, entre muitos outros. Fica assim um último encontro marcado para Vale de Cambra no próximo fim-de-semana. Valerá a pena, certamente. Depois é encher-se de coragem e mergulhar num novo trabalho que está já em andamento. Porque sabemos que há um público fiel, cada vez maior e que espera sempre muito e cada vez mais. E ainda bem. Até breve.
Se eu podia viver sem o teatro? Poder, podia... Mas não era a mesma coisa!!!
A Montanha e o Vale
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Miguel Brandão
on sábado, 23 de outubro de 2010
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A Montanha e o Vale
"Sou alta" - diz a Amizade.
"Sou profundo" - diz o Amor.
E lembram bem, na verdade,
Montanha e vale ao sol-pôr.
Pois antes que o sol resvale
Ao pélago, onde se banha,
Já dorme em sombras o vale
E ainda há sol na montanha.
João Saraiva
Actos dos Apóstolos, Capítulo 2, Versículos 42 a 47
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Miguel Brandão
on sexta-feira, 22 de outubro de 2010
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"Eram assíduos, ao ensino dos Apóstolos, à união fraterna, à fracção do pão, e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, o temor dominava todos os espíritos. Todos os crentes viviam unidos e possuíam tudo em comum. Vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos, de acordo com as necessidades de cada um. Como se tivessem uma só alma, frequentavam diariamente o Templo. Partiam o pão em suas casas e tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava, todos os dias o número dos que tinham entrado no caminho da salvação."Porque há palavras que nos tocam bem cá dentro...
Golden Axe: The Revenge of Death Adder
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Miguel Brandão
on quinta-feira, 21 de outubro de 2010
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Quando o meu pai me comprou um Commodore Amiga 500 há 20 anos atrás, um dos primeiros jogos que tive oportunidade de jogar chamava-se Golden Axe. Era uma conversão do jogo original lançado pela Sega para as máquinas arcade. Como é apanágio nos jogos da Sega os gráficos eram magníficos e a jogabilidade estava impecável, na linha de outros clássicos como Double Dragon ou Target Renegade. A acção passava-se em plena época medieval, misturando um pouco os universos de "Conan" e "O Senhor dos Anéis". A nossa missão passava por controlar um dos três guerreiros à nossa disposição e tentar eliminar todos os inimigos pertencentes ao terrível exército de Death Adder. Garanto-vos que jogado com um amigo era uma experiência arrebatadora.Chegaram a sair duas sequelas para a Megadrive embora com poucas inovações e já sem algum do encanto do original. Na altura, lembro-me de ansiar por uma versão de um Golden Axe II para o meu Commodore Amiga. Infelizmente, tal nunca veio a acontecer.
E porque vos conto esta história agora?
Porque através do famoso emulador MAME (abreviatura de Multiple Arcade Machine Emulator) chegou-me ao pc a versão arcade deste Golden Axe: The Revenge of Death Adder, a sequela oficial do jogo original e que viu a luz do dia no início de 1992. E é o que tenho andado a jogar no meu pouco tempo livre. A versão está impecável, falta apenas o encanto de encontrar um companheiro para partilhar a aventura. Mas, raios... Também não se pode pedir tudo, pois não?
Agora desculpem-me mas vou pegar na minha espada e dizimar uns quantos esqueletos que parecem hipnotizados por um tal de Death Adder...
A propósito do desemprego...
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Miguel Brandão
on quarta-feira, 20 de outubro de 2010
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Roland DP990RF
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Miguel Brandão
on terça-feira, 19 de outubro de 2010
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Já estou a ressacar de estar há tantos anos sem um piano em casa. Faz parte de mim.
Ando de olho nesta beldade da Roland. Enquanto não tenho possibilidade de comprar um piano de cauda acho que vou investir neste "brinquedo".
Se alguém tiver aí uns 2500 euros a mais que se chegue à frente, por favor...
E era só isto que queria partilhar hoje.
Grande abraço.
Retalhos de uma noite inesquecível...
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Miguel Brandão
on segunda-feira, 18 de outubro de 2010
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O dia 16 de Outubro de 2010 ficará sempre marcado na minha memória como aquele que foi realmente diferente de todos os outros: porque o meu SL Benfica jogou no Estádio da Luz com o meu FC Arouca.
E o dia até começou como tantos outros... Levantei-me cedo e às 11h da manhã estava já na igreja de Santa Eulália a tocar num casamento. Só por volta da 13h cheguei ao local marcado para me reunir com os meus companheiros de viagem. Mais uma vez, à semelhança de outras ocasiões, organizei uma excursão até ao Estádio da Luz. Durante a viagem houve boa disposição, muitas gargalhadas, frases engraçadas que vão ficar para a História, gritos de incentivo aos dois clubes e muitas outras estórias para contar um dia mais tarde à minha Rita que, por ser ainda tão pequenina, não pude levar comigo para que ela conhecesse a "sua casa". Fica para uma próxima. Em breve, espero eu.
Mas então o que teve esta viagem de diferente?
Entre outras coisas teve o facto de conseguir reunir num mesmo autocarro muitos dos meus melhores amigos e, imagine-se, a grande maioria nunca tinha entrado no nosso Estádio da Luz. Alguns deles nunca tinham sequer entrado num estádio de futebol. É uma sensação óptima quando sentimos que ajudámos a concretizar um sonho do Sr. Joaquim ou do Sr. Almeida, por exemplo. Ou o facto de ter conseguido reunir todos os meus irmãos e muitos dos meus sobrinhos e primos dentro de um mesmo autocarro e, claro está, dentro do mesmo estádio.
E como me deu um frio na barriga quando eu e tu, Zé Armando, por coincidência, avistámos ao mesmo tempo o relvado. Disse-te: "Então?" pois sabia que nunca lá tinhas entrado. Talvez não tenhas reparado que o teu olhar, naqueles segundos, parecia o de uma criança tonta que não se cansava de olhar para todos os cantos do estádio. Disseste: "É grande" e, mesmo sem dares conta, repetiste-o por quatro vezes. Senti nesse bocadinho que tudo tinha valido a pena. Apesar de toda a azáfama de alugar um autocarro, tratar dos bilhetes, colmatar as desistências que então foram aparecendo e de todas as preocupações inerentes ao facto de organizar uma excursão, tudo isso pareceram pequenos nadas quando me ofereceste aqueles arrepiozinhos malandros de cada vez que dizias: "É grande". Ainda bem.
Depois era toda a emoção de ver toda aquela gente de Arouca a fazer a festa dentro do estádio. De tal forma que nada mais se ouvia no estádio, principalmente nos primeiros minutos do jogo. E eu senti um orgulho enorme em ser de Arouca. Mesmo que naquela hora estivesse a torcer um pouquinho mais pela vitória do Benfica. E ninguém me pode condenar por isso.
Festejei, em pleno estádio, por 6 vezes: 5 para o Benfica e 1 para o Arouca. E fi-lo de igual modo e ao lado da minha gente. Em tom de brincadeira gosto de dizer que festejei os golos do SL Benfica como se de golos do FC Arouca se tratassem e que festejei o golo do FC Arouca como se de um golo do SL Benfica se tratasse. Estranho, não?!!
A viagem de regresso acabaria por ser um pouco cansativa mas, mesmo assim, cheia de jogos e "estórias" de outros tempos que consegui reviver com amigos que me fazem lembrar os domingos à tarde sentado no muro da velha escola primária.
Houve apenas um senão: apesar de conseguir reunir muitos dos meus amigos não consegui levar ao estádio da Luz os meus pais. Bem tentei convencê-los mas não consegui. Dizem que a idade não perdoa e eu compreendo. Mas já em Lisboa, no meio de toda aquela multidão, vi adeptos em cadeiras de rodas e um cego ao redor do estádio e não consegui deixar de pensar que os meus pais poderiam ter ido. Mas sei que ficaram a seguir todos os passos atentamente pela televisão em casa. E por causa dos filhos que tanto amam, provavelmente a torcer um pouco mais pelo SL Benfica do que pelo FC Arouca...
Um primeiro olhar sobre o SL Benfica - FC Arouca
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Miguel Brandão
on domingo, 17 de outubro de 2010
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Apenas um primeiro olhar sobre a inesquecível noite de ontem.
Prometo regressar amanhã, com algumas das 'estórias' do dia e, sobretudo, com mais tempo.
Até amanhã.
O meu primeiro CD
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Miguel Brandão
on sábado, 16 de outubro de 2010
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Foi já há quatro anos que fiz o meu primeiro ensaio daquilo que será, um dia, o meu primeiro CD. Tudo começou em 1996 quando recorrendo apenas a um simples "gravador de cassetes" resolvi fazer um registo de alguns devaneios que então ia compondo. Por incrível que possa parecer e apesar do propósito inicial ser o de ter em "arquivo" aquilo que ia fazendo para não se perder com o tempo, o que é certo é que acabaria por me ver obrigado a gravar várias cassetes para distribuir pelo meu círculo de amigos. Coitados... Eu dava-lhes cabo dos ouvidos e eles ainda pediam mais!!!
O meu gosto pela composição foi crescendo cada vez mais e o processo de aprendizagem foi-se fazendo de forma mais ou menos natural. Na altura eram muitas as horas passadas sentado ao piano. Por sorte, um conjunto de circunstâncias mais ou menos felizes, levou-me a conseguir gravar boa parte do muito material original que já tinha conseguido acumular com o passar dos anos. Consegui aproveitar ainda algum do material criado em 1996, limei algumas arestas, acrescentei bastantes composições novas e acabei por ter o meu CD caseiro com o alinhamento que podes ver na imagem acima. Novamente, mais com o intuito de poder guardar no meu "arquivo" do que por outro motivo qualquer. Mais uma vez acabaria por ter que distribuir algumas cópias por alguns dos amigos mais chegados que sempre foram muito bondosos comigo quando se trata de falar da música que vou fazendo.
Depois disso já mais algumas canções nasceram e outras há que ainda vão deambulando aqui na minha cabeça. Creio que o meu regresso estará para breve. Peço desculpa se isso não soar a uma "boa notícia".
Hoje devorei este meu "primeiro CD" e confirmei que, de facto, há aqui algum material que ainda consigo aproveitar. Juntando mais meia-dúzia de canções que tenho na gaveta ficam a faltar umas 3 ou 4 para poder partir definitivamente para o meu primeiro "trabalho" a sério. Prometo esforçar-me para que o próximo ano traga "boas notícias".
Agora desculpem-me mas vou mergulhar novamente na minha música...


